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Festival LGBT em Lima exibirá 65 filmes e terá participação do Brasil


20/06/2016:

Antonio Scorza/UOL

Letícia Spiller com o diretor Paulo Vespúcio de "O Casamento de Gorete"
A 13ª edição do Outfest Peru, o festival gay de cinema de Lima, começa nesta segunda (20) com 65 filmes de 19 países, incluindo o Brasil, que serão exibidos até o dia 28.
Serão oito longas, 44 curtas, sete documentários e seis filmes da seção retrospectiva. A maioria dos trabalhos é do Brasil e da Espanha, mas também há filmes da Argentina, do Chile, do Reino Unido e da França, por exemplo.

O Brasil estará presente com cerca de dez produções, entre elas os curtas "Lâmpadas Fluorescentes Sob os Olhos das Cobras Cegas", de Alexandre Estevanato; "Habeas Corpus", de Leandro Afonso; e o longa "O casamento de Gorete", de Paulo Vespúcio e com Rodrigo Sant'anna, Letícia Spiller, Tadeu Mello e Ataíde Arcoverde no elenco.

O diretor do Festival Internacional de Diversidade Sexual e Gênero de Goiás (DIGO), Cristiano Souza, será um dos convidados de destaque do festival, assim como a americana Major Griffin-Gracy, também conhecida como Miss Major, ativista dos direitos dos transexuais, que apresentará um documentário sobre sua vida; e o diretor do curta paraguaio "Zulema", Ángel Molina.

As produções serão exibidas em três espaços, entre eles o Museu de Arte de Lima (MALI), que iluminará sua fachada com as cores do arco íris durante a inauguração do Outfest com o objetivo de sensibilizar as pessoas que passam pela região sobre os crimes de ódio.

O diretor da filial peruana da ONG internacional Aids Healthcare Foundation (AHF), José Luis Sebastián, explicou que a iluminação das fachadas do MALI "é uma forma simbólica de dar visibilidade à comunidade LGTB".

"É evidente que precisamos de uma legislação para protegê-los de todo tipo de atentado e assim evitar situações como o massacre em Orlando. Sabemos que para fomentar o acesso à saúde e as estratégias para a prevenção do vírus HIV é indispensável que os direitos fundamentais de todos sejam respeitados", acrescentou Sebastián.

Durante o festival, a AHF Peru oferecerá gratuitamente ao público a possibilidade de fazer testes de HIV.


Celulóide Colorido: a representação LGBT nos cinemas – Parte I


20/06/2016:


Com os acontecimentos recentes em Orlando, nos EUA, o Cine Set gostaria de fazer uma pequena reflexão e tentar tocar naquela palavra que tanto tem aparecido nos bastidores da indústria e em sites como nós, que se propõem a analisá-la: representatividade.
Em linhas gerais, se um local frequentado por gays ainda não está seguro da intolerância e da violência, então sim, é preciso que essas personagens apareçam e sejam notados nas obras culturais de massa. É preciso porque essas representações, por sua abrangência, informam o mundo sobre esse segmento – sobre como vivem, como amam, porque riem e choram.
Filmes, de maneira geral, tentam representam um aspecto da vida e são uma excelente janela pela qual adentrar universos. É a razão pela qual nos dispomos a vê-los. Por conta disso, a série de três artigos que começa hoje e segue nas próximas duas segundas-feiras remonta um histórico da representação de gays no cinema, separados por localidade, com o cinema americano vindo nesta primeira parte. Mais necessária do que nunca, eles são uma maneira de nos fazer enxergar a multiplicidade do ser humano.
Sangue Vermelho”: o primeiro bar gay do cinema

Nos primórdios

Pouca gente sabe, mas uma das primeiras imagens gravadas em celuloide é a de dois homens dançando ao som de um violino. Feita em 1895 para demonstrar o poderio do cinetoscópio (aparelho americano de exibição de filmes rival do cinematógrafo, dos irmãos Lumiére), a gravação é apontada como a primeira aparição de personagens homossexuais no cinema.
A popularização dos gays no início de Hollywood acabou se dando largamente através do estereótipo do “maricas” – em essência, o homossexual bem afeminado, caricato e aparentemente assexuado. A problematização aqui não é sua fuga aos padrões de masculinidade (as discussões de gênero já avançaram muito, gente), mas sim o fato dessas personagens nunca serem desenvolvidas, servindo apenas a um propósito: fazer rir.
Eles apareciam em produções como “Melodia da Broadway” (1929), “Myrt e Marge” (1933) e em “Sangue Vermelho” (1932), que, mais notoriamente, mostra uma cena com dois homens vestidos de camareiras entretendo um bar inteiro em um número musical.


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“Festim Diabólico”: quando um dos protagonistas é flagrado durante um claro olhar de “Eu vou te matar se você não parar de olhar para esse boy”

A mordaça do Código Hays

Em 1930, o Código Hays entra em vigor nos EUA, brecando menções a diversos temas em filmes, incluindo a homossexualidade, em defesa da moral e dos bons costumes (qualquer semelhança com o estado atual das coisas é mera coincidência). No entanto, isso acaba deixando os profissionais da área peritos em inserir personagens homossexuais nas obras cinematográficas de maneira sutil e subentendida.
Um dos casos mais notáveis é o de “Festim Diabólico” (1948), um famoso suspense de Alfred Hitchcock que adapta o caso real de um casal homossexual que idealiza um assassinato – tudo comunicado através de linguagem corporal e dicas nos diálogos. Outros filmes famosos da época, “Juventude Transviada” (1955) e “Ben-Hur” (1959), também podem ser lidos como grandes alegorias de amores homossexuais não correspondidos. No caso de “Ben-Hur”, inclusive, o escritor Gore Vidal, que trabalhou no roteiro do filme, admitiu posteriormente que esse subtexto foi proposital.
Uma menção válida no cinema independente é o cineasta experimental Kenneth Anger, que, longe das amarras dos estúdios, se tornou um dos primeiros cineastas dos EUA a mostrar francamente a homossexualidade em seus filmes em filmes como “Fireworks” (1947), que lida com o despertar sexual de um garoto de uma maneira onírica.
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“Crime Sem Perdão”: “Isso é um pacote de chicletes ou você realmente está feliz em me ver?”
O risível vira temível
O sucesso de filmes como “Confidências à Meia-Noite” (1959) e “Quanto Mais Quente, Melhor” (1959), que repaginaram certos aspectos do “maricas” dos anos 20 e 30, e a crescente concorrência de filmes estrangeiros que não tinham restrições de produção como as americanas, acabaram levando ao fim do Código Hays.
O fim do código permitiu com que mais gays aparecessem em filmes, porém suas representações vinham carregadas de preconceito e sempre eram ligadas a comportamentos marginais ou vilanescos, bem como a distúrbios mentais.
Filmes como “De Repente, no Último Verão” (1959), “Na Solidão do Desejo” (1968) e “Crime Sem Perdão” (1968) pintam os gays como figuras perturbadas e o desejo homossexual como algo deprimente e digno de pena. Esse último, inclusive, tem uma das visões mais “bad vibes” do mundo dos clubes gays.
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“Pink Flamingos”: o empoderamento do “camp” e das “drag queens”

Stonewall! (o de verdade, não aquele filme horrível do ano passado)

Os levantes de Stonewall, em Nova York, que marcaram o início do movimento gay nos EUA, deram um toque nos estúdios de que os homossexuais eram gente como a gente e mereciam retratos melhores na telona.
Nesse sentido, “Os Rapazes da Banda” (1970), um filme totalmente protagonizado por homossexuais que não são nem vilões nem vítimas, tampouco morrem no final (este último fato, inclusive, mencionado por um deles no roteiro), é lançado. O grande musical “Cabaret” (1972) e o independente “Pink Flamingos” (1972), ambos muito representativos, ainda que cada um à sua maneira, do “camp” setentista, também datam dessa época.
Por sua vez, em “Parceiros da Noite” (1980), os gays são mostrados sob uma luz tão negativa que o longa gerou protestos do movimento LGBT e causou um dano considerável à carreira do diretor William Friedkin, que demorou cerca de 15 anos para começar a retomar o sucesso comercial.
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“Garotos de Programa”: “Não é gay se não beijar na boca”

O New Queer Cinema

No fim dos anos 1980, o movimento “New Queer Cinema” começou a emergir no cinema independente, buscando representações mais ousadas do estilo de vida dos homossexuais e apresentando cineastas que dedicavam sua filmografia inteira à temática.
Personagens que se afirmavam de maneira desafiadora perante a sociedade e abraçavam suas falhas, representações de minorias dentro da comunidade LGBT, e drásticas releituras do passado eram algumas das características que uniram as obras ligadas a essa corrente cinematográfica.
Nela, filmes como “The Living End” (1992) e “Garotos de Programa” (1993) anunciaram vozes mais conectadas ao cinema alternativo e quebrando paradigmas, colocando personagens homossexuais em todos os seus filmes, de maneiras muito diversificadas.
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“O Segredo de Brokeback Mountain”: não ganhou Oscar de Melhor Filme, mas ganhou os corações do público

Gays oscarizados

Na mesma época, o cinema “mainstream” também viu protagonistas gays brilharem em histórias como “Parting Glances – Olhares de Despedida” (1986), “Meu Querido Companheiro” (1989) e “Filadélfia” (1993). Neste último, um dos astros mais populares dos EUA, Tom Hanks, ganhou o Oscar de Melhor Ator interpretando um homossexual, o que foi um marco. Os três filmes tratam do impacto que a epidemia da AIDS gerou na vida dos gays, abordando o assunto com delicadeza e, mais importantemente, não demonizando as vítimas.
Esse perfil só cresceu no século XXI, com filmes como “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005), “Capote” (2005) e “Milk – A Voz da Igualdade” (2008) reforçando novas representações de homossexuais no cinema e obtendo sucesso de público e crítica. Todos esses entregaram personagens gays tridimensionais, chegaram à corrida do Oscar e saíram com prêmios.
No entanto, nem tudo são flores, já que ainda se nota uma preponderância de histórias em que esses personagens vivenciam tragédias e acabam mortos. Dos filmes feitos após 1990 citados aqui, apenas “Capote” não apresenta protagonistas homossexuais que morrem.


http://www.cineset.com.br/celuloide-colorido-representacao-lgbt-nos-cinemas-parte-i/

Confira a programação do Festival Internacional de Cinema LGBTI de Brasília


16/06/2016:

Serão nove longas-metragens e sete curtas inéditos

Filme 'Pride' será apresentado durante o festival
O primeiro Festival  Internacional de Cinema LGBTI,  iniciativa da Embaixada da Bélgica,  traz ao Cine Brasília nove longas-metragens e sete curtas inéditos com temáticas que envolvem lésbicas, gays, bissexuais, travestis e, agora, os intersexos, aqueles indivíduos cuja morfologia e fatores genéticos dificultam a definição de masculino, feminino e suas variações.

O festival tem como objetivo argumentar sobre a importância de se discutir essa temática nos dias de hoje, em busca de combater casos de intolerância, homofobia, sexismo e todo tipo de discriminação.

Confira a programação

Segunda-feira (20/6)

19h -  Abertura - North Sea Texas ( Bélgica, 2011, drama romântico,  94min, classificação 16 anos) Direção: Bavo  Defurne. Entrada Franca

Sinopse: Pim vive com a mãe solteira, (outrora rainha da beleza) numa pequena localidade na costa belga. Introvertido, Pim alegra os dias desenhando e sonhando com outra vida. Ele expressa  seus desejos latentes por meio de uma secreta coleção de objetos “emprestados”, escondidos numa caixa de sapatos. Com a chegada da adolescência, surge o apetite sexual e Pim desenha e sonha com Gino, o vizinho mais velho, seu herói Motard. Mas o primeiro amor parece destinado a um final triste.

Reel (Suécia, ficção, 13min, classificação 16 anos ), direção: Dir: Jens Choong

Sinopse: Robert e Victor têm 15 anos e são melhores amigos. Amanhã Victor vai se mudar para outra cidade. Eles andam pelas ruas fazendo só palhaçadas. Aos poucos, entendemos que há mais que amizade entre eles. Evocativo e com atuação fina, este filme explora os limites emocionais e sexuais. Entrada Franca.

Terça-feira (21/6)

19h -  Brotherhood (Dinamarca, 2010, drama, 90min, classificação 16 anos) Direção: Nicolo Donato

Sinopse: Uma história de amor proibido e busca da identidade. Após ser expulso do serviço militar, Lars torna-se membro de um grupo neonazista, onde conhece Jimmy. Os dois se apaixonam e se desejam muito, mas é difícil manter o relacionamento em um ambiente que reprime e condena a homossexualidade. Lealdade a uma fraternidade implica deslealdade a outra e há um preço a ser pago. Entrada Franca

Boygame (Suécia, ficção, 15min, classificação 16 anos ), direção: Anna Österlund Nolskog

Sinopse: Robert e Victor têm 15 anos e são melhores amigos. Amanhã Victor vai se mudar para outra cidade. Eles andam pelas ruas fazendo só palhaçadas. Aos poucos, entendemos que há mais que amizade entre eles. Evocativo e com atuação fina, este filme explora os limites emocionais e sexuais. Entrada Franca
                                                                                                                              
21h –  Os Invisíveis (França, 2012, documentário, 90min, classificação 16 anos),  Direção: Sébastien Lifshitz

Sinopse: 
Nascidos entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, seis franceses contam histórias pessoais, vividas em diferentes partes do país ao longo de quase todo o século XX. Embora sejam pessoas comuns, seus relatos refletem as transformações da sociedade nas últimas seis décadas. Sem que tenham optado por uma vida extraordinária, os casais Yann e Pierre, Bernard e Jacques e Catherine e Elisabeth foram desbravadores apenas por terem vivido numa época em que homossexuais eram totalmente discriminados pela sociedade. Entrada Franca

One of Them (Canadá, 2000, 25min, classificação 16 anos), direção: Elise Swerhone.

Sinopse: O filme apresenta estudantes no último ano de ensino médio descobrindo e lutando contra a discriminação e os estereótipos. Jamie tem de enfrentar suas próprias reações quando percebe que seu amigo é gay e precisa de apoio. O namorado de Jamie deve decidir se ele vai apoiá-lo. Um Deles incide sobre a LGBT fobia e a discriminação num contexto de direitos humanos. A dramatização leva os telespectadores a buscarem suas próprias respostas e promoverem um ambiente escolar seguro para todos. Entrada Franca

Quarta-feira (22/6)

19h –  The Case Against 8 (USA, 2014, documentário, 109min, classificação 18 anos) Dir: Ben Cotner e Ryan White

Sinopse: O documentario aborda o impactante caso da Suprema Corte dos Estados Unidos que alterou a Emenda Constitucional 8, referente à proibição do casamento entre pessoas do mesmo sexo no Estado da Califórnia. O  filme narra a luta que ajudou a pavimentar o caminho para a igualdade matrimonial em nível nacional, tendo acesso aos bastidores da luta de dois casais da Califórnia pelo direito de se casarem e também da equipe jurídica composta pelo conservador Ted Olson e o liberal David Boies. O documentário consegue fornecer um relato sólido dessa batalha que efetivamente acabou com a discriminação matrimonial na Califórnia e levou o assunto até a instancia da Suprema Corte. Entrada Franca

On Suffocation (Suécia, ficção, 7min, classificação 16 anos), direção: Jenifer Malmqvist.

Sinopse: Um filme perturbador sobre quando o sistema se torna mais importante do que a vida de uma pessoa. Sete minutos sem diálogo. O aspecto mais perturbador do filme é que ele poderia ser absolutamente verdadeiro. Entrada Franca

21h – Pride (Reino Unido, 2014, comédia dramática, 129min, Classificação 16 anos) Direção: Matthew Warchus.

Sinopse: 1984. Margaret Thatcher está no poder e os mineiros estão em greve. Depois do orgulho gay chegar a Londres, um grupo de ativistas decide arrecadar dinheiro para enviar às famílias dos mineiros. Mas a União Nacional dos Mineiros parece um pouco constrangida em receber a ajuda. Os ativistas não perdem o ânimo, decidem entregar a doação pessoalmente e partem em direção ao País de Gales. Assim começa a história improvável de dois grupos que não tinham nenhuma relação, mas se uniram em prol de uma causa. Entrada Franca


Cinema LGBT é tema da Mostra Viada em Brasília


O cinema arco-íris é o foco da Mostra Viada, que começou no dia 09 e segue até dia 30, em todas as quinta-feiras de junho na Universidade de Brasília (UnB).
Organizada pelo PET Conexões de Saberes – Música do Oprimido UnB, a mostra conta toda semana com um curta ou longa-metragem seguido por um debate.
Confira a programação das próximas semanas:
16/06 – Centro Acadêmico de Pedagogia (FE)
Curta: Amanda e Monick (Documentário, 18 min, 2008, – Direção: André da Costa)
Longa: Tomboy (2011 ‧ Drama ‧ 1h 30m)
23/06 – Centro Acadêmico de Antropologia (CAANTRO)
Curta: Os segredos dos Lírios (Documentário, 16m, 2012. Direção: Brunna Kirsch e Cris Aldreyn).
Longa: Tatuagem (Drama/LGBT, 1h 50m, 2013 – Direção: Hilton Lacerda)
30/06 – Centro Acadêmico de Serviço Social (CASESO)
Curta: O Mesmo Amor (Documentário, 18m, 2013 – Produzido por: Paulo do Valle, Ligia Dumit, Luiza Judice, Mariane Galacini).
Longa: Tangerine (Drama/LGBT,1h 38m, 2015 – Direção: Sean Barker)

Fonte: Paratudo

Suposto casal gay só aparecerá em uma cena de “Procurando Dory”


internet celebrou o suposto casal gay mostrado no novo trailer de “Procurando Dory”, mas, apesar de toda polêmica gerada nas redes sociais, não terão participação importante no filme. De acordo com o site da revista “Variety”, cujas fontes já assistiram ao filme, a aparição das duas mulheres será restrita a uma cena.

A pequena aparição, que não deixa claro se elas são de fato um casal, frustra parte do público que reagiu positivamente ao possível aumento da representatividade de grupos LGBT em desenhos animados. A Disney não se posicionou sobre o caso.
Em uma das cenas do trailer de “Procurando Dory”, sequência de “Procurando Nemo”, duas mulheres aparecem andando com uma crianças atrás, possivelmente um filho.
Recentemente, vários internautas aderiram a campanhas pedindo que gays e outras minorias sejam representados nos filmes da Disney e de outras grandes produtoras de cinema dos Estados Unidos.
A hashtag #GiveCaptainAmericaABoyfriend (Deem um namorado para o Capitão América) recebeu mais de 245 mil compartilhamentos nas redes sociais, enquanto #GiveElsaAGirlfriend (Deem uma namorada para Elsa), em referência à protagonista de “Frozen”, teve mais de 100 mil tuítes.
Mas os pedidos também ganharam críticas: mais de 240 mil pessoas assinaram uma petição pedindo que a princesa Elsa de Frozen ganhasse um “príncipe encantado”.

Fonte: Superpride

All You Need is Love – Meine Schwiegertochter ist ein Mann




Sinopse:



Hans (Andreas Helgi Schmid) vai estudar na capital Berlim e comunica à sua mãe por carta que vai se casar com Nick (Manuel Witting) e quer que o casamento aconteça na cidadezinha do interior em que viveu. Ela, empolgada, prepara tudo, comunica a todos e se decepciona quando descobre que Nick não é uma mulher – seu filho é gay e vai se casar com um homem - motivo para a cidade inteira ficar chocada, provocando várias brigas e discussões familiares que são levadas até a conclusão da história.

O filme é uma divertida comédia, ótimo para quem está sem nada para fazer e quer ter apenas um momento de descontração. All you need is love (2009) é a repetição da história do preconceito e ignorância em pequenas cidades do interior que, muitos devem acreditar, que não existe em países desenvolvidos. Mas, infelizmente, ainda existe.

Um filme leve onde quem se destaca mais é a mãezona, assim como na maioria dos casos reais. Saskia Vester é uma atriz mega experiente e está ótima no papel.



Dados do Filme

Título: All You Need is Love – Meine Schwiegertochter ist ein Mann
Ano: 2009
Gênero/s: Comédia / Drama / Romance / GLS
Duração: 01:30:46
Áudio: Alemão
Legenda: Português
Formato: Avi/dvdrip
Tamanho: 805mb

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=vBNT-1X1Pgg

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Servidor: Novo Megaupload




CINEMA: Pastor norte-americano diz que filme Frozen é propaganda lésbica


Foto> Disney

Frozen é um filme de animação musical produzido pela Walt Disney Animation Studios, na verdade é o 53º, e foi inspirado no conto de fadas The Snow Queen de Hans Christian Andersen.



O filme conta-nos a história de duas irmãs sendo que uma delas tem o poder de gelar o mundo.



Afastadas durante toda a sua infância e adolescência elas só se voltam a encontrar quando os pais morrem e a irmã mais velha, a mesma que detêm o poder de criar gelo, tem de ser coroada rainha, e na cerimónia de coroação ela revela todo o seu poder, de forma algo descontrolada. A rainha do gelo foge para as montanhas e a irmã faz o impossível para a trazer de volta e a ajudar a controlar os seus poderes, no meio surgem dois pretendentes.



Até aqui está tudo bem, trata-se de uma história para crianças, e não só, mas as noticias que vieram a público falam de outra coisa completamente diferente, dizem-nos que se trata de uma história que faz parte da agenda LGBT.



Agora o pastor Kevin Swanson diz que Frozen é obra do demo, e que pretende tornar as meninas em lésbicas.



Queremos antes de continuar, prevenir que não nos responsabilizamos por qualquer ataque de riso. E que as declarações aqui apresentadas foram feitas na rádio em directo para uma audiência significativa e com o apoio do comentador em estúdio.



Kevin, embora seja este o nome do pastor pensamos que aqui se ajusta melhor que o seu apelido, afirma que a Disney é "uma das organizações mais pró-homossexuais" nos E.U.A. e que filmes como este ajudam a “estragar todo o sistema social”. Ainda segundo Kevin este filme vai “doutrinar as filhas dos americanos para serem lésbicas”. Na visão do pastor o amor entre irmãs é pecado e uma bestialidade.



Confusos? Nós também, porque se para muitos a família é tudo e o amor entre familiares é mais que óbvio, é uma evidência, parece que para este pastor tudo isto é obra do demo. Para terminar, recordamos que Frozen ganhou os prémios para o melhor filme de animação e melhor música original na última edição dos Oscars. 


Fonte: by PortugalGay.pt

 
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