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Cantor teen se assume gay e dispara: “20 anos sufocando no armário”


01/07/2016:


Apesar de todo o atual combate à homofobia, muitos famosos ainda têm receio de revelar a homossexualidade, por ainda se tratar de um assunto polêmico. No entanto, o cantor teen Ryan Beatty, de 20 anos, decidiu quebrar esse tabu e assumir que é gay.
A revelação foi feita em seu perfil no Instagram, na última terça-feira (28). Na imagem, aparecia um casal de homens à frente de um balão com a expressão “poder gay”, e na legenda, ele revelava sua condição. “Orgulhoso de ser um homossexual indomável”, disse.
“Levei 20 anos sufocando no armário para me sentir confortável ao dizer isso, mas agora posso, finalmente, respirar. Consegui!”, escreveu Ryan, que mistura acústico com música moderna em suas canções, e recentemente, lançou seu primeiro EP, “Because Of You”.
O single, Hey LA, chegou no mesmo ano, sucedendo Every Little Thing, de novembro de 2011.



 

Estudar em outro país? Universidades Gay-Friendly na América






06/05/2014:

As 25 melhores faculdades e universidades para estudantes LGBT
Aparentemente, Oregon e Califórnia são os lugares para se estar
use GT google tradutor
Saiba mais: http://www.buzzfeed.com/clairepires/the-25-best-colleges-and-universities-for-lgbt-students



No Recife,exposição mostra famílias que acolhem os filhos gays Atualizar

06/05/2014:


Mais de 20 fotos estão expostas no Paço Alfândega.
Evento gratuito é homenagem ao Dia das Mães e combate a homofobia.

Respeito ao próximo é a palavra de ordem de exposição sobre homossexuais no Paço. (Foto: Divulgação)
Vinte e duas fotografias com imagens de famílias que aceitaram e acolhem os filhos que mantêm relações homoafetivas compõem exposição para celebrar oDia das Mães, no Paço Alfândega, no Recife. Com o tema "Família é Amor", a mostra foi aberta nesta segunda (5) e segue até 19 de maio. A entrada é de graça.
A exposição é uma parceria com o movimento 'Mães pela Igualdade' e Ministério Público de Pernambuco. As fotografias fazem parte do acervo da entidade social e mostram importância de começar, dentro de casa, o acolhimento, o carinho, o respeito e o amor.


O movimento reúne mães de várias partes do Brasil e desenvolve uma campanha contra a discriminação, a violência e a homofobia. É possível conferir a exposição durante o horário de funcionamento do Paço, das 10h às 22h, de segunda a sábado, e aos domingos e feriados, de 12h às 21h.

Serviço
Exposição "Familia é Amor"
Até 19 de maio
Paço Alfândega - Rua da Alfândega, 35, Bairro do Recife



A cada quatro homens gays, três sofrem algum tipo de violência



05/05/2014:
 
Será realizada neste domingo (4) a 18ª edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. O evento enseja reflexões sobre conquistas do movimento em todo o mundo, como a visibilidade dessa população e o reconhecimento da união homoafetiva. E também sobre desafios que permanecem, como vencer a discriminação e a violência.
 
De acordo com o estudo, 42% dos homens gays já receberam ameaça de agressão por não serem heterossexuais
 
Um relatório do Grupo Gay da Bahia (GGB), divulgado em fevereiro, aponta que 312 gays, travestis e lésbicas foram assassinados em 2013, o que em média equivale a um assassinato a cada 28 horas. Para a coordenação do GGB, a União e os governos estaduais falham na garantia de segurança a essa comunidade. Há ainda a impunidade: de cada dez assassinatos, somente três tiveram os autores identificados.

Segundo o documento, o Brasil segue na liderança do ranking dos chamados crimes homo-transfóbicos, concentrando, em 2013, 40% dos assassinatos de transexuais e travestis. Pernambuco e São Paulo são os estados onde mais LGBT foram assassinados. Roraima e Mato Grosso são os mais perigosos para essa população. Manaus e Cuiabá, as capitais onde registraram-se mais crimes homofóbicos, sendo o Nordeste a região mais violenta, com 43% de “homocídios”.

A discriminação, que dá início à violência, não está somente nas praças e nas ruas. Tampouco é praticada somente por desconhecidos. Está nos ambientes religiosos, nas escolas, faculdades, nos círculos sociais próximos, entre amigos e vizinhos e, principalmente, no contexto familiar.


De acordo com o psicólogo Luiz Fabio Alves de Deus, que entrevistou homens homossexuais para sua pesquisa de mestrado pela Faculdade de Saúde Pública da USP, os dados são preocupantes: ao revelarem sua orientação sexual, quase três quartos dos entrevistados foram agredidos verbalmente – justamente pela sexualidade;  21% sofreram violência física; e 42% receberam ameaças de agressão por não serem heterossexuais. Assim como a violência, a discriminação era maior entre aqueles que assumiam sem reservas e para mais pessoas a sua sexualidade.


"Há um discurso de aparente tolerância. Em muitas famílias, é comum aceitarem desde que a pessoa não torne pública a sua orientação sexual, numa vida clandestina", diz Luiz Fabio. Segundo ele, revelar a orientação sexual é ainda mais difícil para aqueles que já sofrem algum outro tipo de preconceito na sociedade, como os negros, daí o fato de eles, proporcionalmente, se assumirem menos.

Dados do estudo mostram que os jovens, com até 30 anos, têm mais tendência a revelar a orientação sexual. Isso provavelmente porque os mais velhos amadureceram em uma época em que comportamentos sexuais diferentes da heterossexualidade eram menos aceitos.

Os dados fazem parte de uma pesquisa mais abrangente, feita em 2012, pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, em parceria com o Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS, e com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).


Luiz Fábio, que participou da pesquisa inicial, conta que o objetivo era estudar o comportamento e práticas sexuais de gays, bem como a prevalência de infecção por HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis entre homens que fazem sexo com homens.


“A discriminação e a violência são vistas com naturalidade, vivenciadas pela população não heterossexual em todos os contextos sociais em que circulam. Esperamos que esses resultados possam influir em políticas públicas. A exclusão e as violências sistemáticas a que está submetidas essa parcela da população afetam também a saúde, a educação e comprometem o exercício da cidadania destas pessoas, com implicações na igualdade de direitos em outros segmentos também, como entre homens e mulheres”, diz o pesquisador.


Fonte: Rede Brasil Atual
 

Regina: o inimigo maior do gay é sua própria homofobia





A questão da semana é o caso do homem que sempre sentiu atração por outros homens, mas nunca teve coragem de realizar seus desejos.
Nem sempre é fácil ser homossexual. Uma pesquisa sobre violência no estado de Nova York, EUA, concluiu que, entre todos os grupos minoritários, os homossexuais eram objeto de maior hostilidade. Mas não foi sempre assim.

Na Grécia clássica, a homossexualidade era uma instituição e ninguém se preocupava em julgá-la. Em algumas cidades gregas, era uma prática necessária dos ritos de passagem da juventude cívica, num quadro regido pelas leis, mas se relacionando estreitamente com a masculinidade. 
Na Europa dos séculos 12 e 13 começou a repressão maciça da homossexualidade, considerada heresia, que evoluiu até o terror da Inquisição. No século 19, a atividade homossexual deixou de ser pecado e passou a ser considerada doença. Mas o tabu só diminuiu com o surgimento dos anticoncepcionais, na década de 1960. A dissociação entre o ato sexual e a reprodução aproximou as práticas homo e hétero, ambas visando ao prazer.

Apesar de, hoje, os gays não serem mais considerados doentes, a discriminação continua e eles são hostilizados e agredidos. E quem são os homofóbicos? Estudos apontam pessoas conservadoras, rígidas, favoráveis à manutenção dos papéis sexuais tradicionais. Ao se considerar, por exemplo, que um gay não é homem, fica clara a tentativa de preservação dos estereótipos masculinos e femininos, típicos das sociedades de dominação que temem a igualdade entre os sexos.

A homofobia é, para muitos homens, um mecanismo de defesa psíquica, estratégia para evitar o reconhecimento de uma parte inaceitável de si. Agredir os homossexuais é um modo de exteriorizar o conflito e torná-lo suportável.

Mas o pior inimigo do homossexual é a sua própria homofobia. Ao introjetar osvalores da sociedade em relação à homossexualidade, muitos gays se recriminam por desejar outro homem. Negam completamente o sexo ou levam uma vida dupla, casando e tendo filhos. É grande o esforço que fazem para acreditar que são heterossexuais, mesmo à custa de muito sofrimento.

Fonte: UOL Notícias



James Francovai interpretar ativista gay em filme de Gus Van Sant


03/04/2014:

Aos 35 anos, James Franco é um dos principais atores de sua geração
Ator já interpretou personagens homossexuais por duas vezes no cinema.

James Franco vai interpretar nos cinemas o ativista gay Michael Glatze em filme ainda sem título, deacordo com informações da coluna "Page Six", do "The New York Post". Glatze é jornalista, co-fundador da revista "Young Gay America" e antigo defensor dos direitos LGBT. Ele recebeu ganhou destaque da mídia após anunciar publicamente que deixou de se identificar como homossexual e passar a condenar a causa depois de virar religioso.

O projeto será produzido por Gus Van Sant, o mesmo de "Milk" e outras produções que aborda o tema da homossexualidade. Por enquanto não há informações se ele também irá assumir também a direção. O orçamento do longa será de US$ 3,5 milhões e as filmagens estão previstas para iniciarem em Nova York no mês de julho.

Essa não será a primeira vez que James Franco encara um personagem gay nas telonas. O astro, que participou do clipe da banda "30 Seconds to Mars", viveu o homossexual Scott Smith em "Milk: A Voz da Igualdade" (2008). Na trama, ele se envolve amorosamente com o protagonista interpretado por Sean Penn. Em 2010, ator de 35 anos encarnou o poeta gay Allen Ginsberg em "Howl".

Atualmente, James Franco está em cartaz na Broadway com a peça "Of Mice and Men". Inclusive, recentemente, o astro foi visto deixando o local de mãos dadas com a atriz brasileira Thaila Ayala


Fonte: http://www.purebreak.com.br/


Gays foram responsáveis por 30% da receita do Rio com turismo no carnaval

Uma pesquisa aponta que o turismo LGBT no Rio foi responsável por 30,75% da receita para a cidade durante cinco dias do carnaval de 2014.  O impacto econômico total direto para o Rio de Janeiro com os gastos deste público foi de pouco mais de R$ 461 milhões, com um gasto médio diário de aproximadamente R$ 47 milhões. A renda do carnaval, de acordo com dados da Riotur, foi de R$ 1,5 bilhão.
O estudo aponta ainda um gasto médio diário do turista LGBT nacional de R$ 302,10 e do internacional de R$ 538,82. Considerando que o gasto médio do turista heterossexual é de R$198,00, nota-se um consumo superior de 50% no caso do turista nacional e 270% no caso do turista internacional.
O estudo, feito pela Riotur e pela Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual, órgãos da Prefeitura do Rio, em parceria com o Observatório do Turismo da Faculdade de Turismo e Hotelaria da Universidade Federal Fluminense (UFF), revela o seguinte perfil: homossexuais masculinos jovens, com média de 26 anos de idade, solteiros, com nível superior de escolaridade em sua grande maioria, renda média de 8,7 salários mínimos.
Sessenta por cento dos entrevistados utilizaram o avião como meio de transporte para chegar à cidade e, em média, já visitaram o Rio de Janeiro aproximadamente sete vezes, sendo que 30% já estiveram na capital fluminense 11 ou mais vezes.
Destino gay friendly

Ao serem questionados do porque da escolha do Rio como destino, 42% disseram que por ser um “destino gay friendly”, a cidade os atraiu; se recomendariam o carnaval carioca, 93,6% disseram que sim. Já 94,6% garantem que pretendem retornar à cidade.
Em relação ao cálculo de permanência na cidade, a pesquisa levantou um índice de estada média de 8,8 no caso do turista nacional e de 12,40 do turista internacional (emcomparação ao índice de seis dias do turismo heterossexual).
A maior motivação para o turismo na cidade foi a recomendação de amigos e familiares, seguida pelo reconhecimento de se tratar de um destino amigável LGBT. No universo pesquisado, no qual a nota para o Rio de Janeiro como um todo variava de 1 (péssimo) a 5 (ótimo), a média da cidade foi 3,9. E entre as melhores avaliações dos entrevistados, ficaram os meios de hospedagem e a hospitalidade. Entre as mais baixas, figuram os preços altos e limpeza urbana.
Os  turistas que mais nos visitaram vieram dos seguintes países: Estados Unidos, Inglaterra e Canadá. Já entre visitantes nacionais, os turistas de São Paulo, Minas Gerais e do Estado do Rio de Janeiro lideram o ranking de vinda à cidade.
A pesquisa contou com 614 questionários completos e foi realizada entre os dias 28 de fevereiro e 04 de março. As informações foram colhidas em diversos pontos de concentração de público LGBT, tais como as ruas Farme de Amoedo e adjacências,em Ipanema; os blocos TocoXona, Banda de Ipanema e Simpatia é quase amor; as festas JukeBox, Revolution Party, ToyOz, BITCH + The Week, Rio Life Style Festival e o camarote CandyBox, no Sambódromo.

Fonte: G1

Em campanha 'quixotesca', ativista gay processa governo chinês

 

02/04/2014:
Dong Le
Do Serviço Chinês da BBC
 
Xiang Xiaohan quer que governo local peça desculpas à comunidade gay e aprove registro de sua ONG

Com apenas 19 anos, Xiang Xiaohan, ativista gay da província de Hunan, tem sido chamado de o Dom Quixote chinês, graças a sua determinação em levar o governo à Justiça.

Em um raro protesto aberto promovido pela comunidade homossexual chinesa, Xiang faz campanha contra a decisão do departamento de temas civis de Hunan de vetar o registro a sua organização de direitos gays. E, com isso, tem ganho cada vez mais atenção da imprensa.
Num país onde a homossexualidade foi ilegal até 1997 e definida como um distúrbio mental até 2001, a campanha tem testado a tolerância do Partido Comunista e polarizado a opinião pública.

Em contrapartida, obteve destaques inusitados: a agência noticiosa estatal Xinhua, vista como porta-voz do governo, publicou detalhada reportagem sobre o tema após Xiang ter protocolado seu processo contra o governo de Hunan.
 

Em entrevista à BBC, Xiang admite que são mínimas as chances de recuo do governo. Mas diz que não pretende desistir sem lutar.
 

Resposta
 

Em uma carta de resposta ao pedido do ativista para registrar sua ONG, o governo local afirmou que a homossexualidade não tem espaço na cultura tradicional chinesa ou na "construção de uma civilização espiritual" - frase de efeito comumente usada na China moderna no que muitos veem como doutrinamento do Partido.
 

"Acho que (a resposta) difama a reputação da comunidade homossexual chinesa, e quero que eles se desculpem por escrito", argumenta. "O pedido de desculpas não é apenas para mim, mas para centenas de milhares de homens e mulheres gays na China."

Xiang também quer que o governo volte atrás na decisão de não registrar sua organização (o registro como ONG lhe permitiria receber doações legalmente e ter isenções fiscais).

Algumas ONGs chinesas já destinam recursos consideráveis à proteção de direitos homossexuais, mas não agem abertamente em nome da comunidade gay. Se Xiang for bem-sucedido em seu pleito, terá a primeira ONG do tipo no país.
 

Atualmente, seu grupo ocupa um pequeno apartamento alugado, tem suas despesas pagas por voluntários e é tratado como uma organização comercial - algo que encarece e dificulta suas atividades, diz Xiang.
 

Seu processo foi protocolado em 19 de fevereiro. Segundo a lei atual, a Justiça teria sete dias para avisar se o caso vai ou não adiante. Mas a resposta escrita veio apenas em 14 de março.

A corte rejeitou o caso por não acreditar que o governo difamou homossexuais, conta Xiang, que vai recorrer da decisão.
 

"Se não forçarmos o departamento civil de Hunan a retirar o que disse sobre a homossexualidade, outros órgãos estatais provavelmente seguirão seu exemplo - e isso causará dano psicológico irreparável a gays e lésbicas", argumenta.
 

"Se gays e lésbicas não têm espaço na cultura tradicional chinesa, como estimulá-los a ir atrás do sonho chinês (em referência à política do presidente Xi Jinping)?"
 

Mudanças
 

Analistas dizem que a repercussão do protesto de Xiang deu uma rara mostra de como está mudando a atitude chinesa perante a homossexualidade.
 

Yu Fang Oiang, da ONG Justice for All, dedicada à proteção de minorias, diz que a questão também evidencia um passo à frente do governo.
 

"É a primeira vez que um governo local chinês deu uma resposta formal por escrito a uma solicitação da comunidade gay. No passado, o governo simplesmente a ignoraria."
 

O caso polarizou opiniões nas mídias sociais chinesas.
 

No Sina Weibo, equivalente chinês ao Twitter, um blogueiro que apoia Xiang disse que o governo deveria redefinir a cultura tradicional chinesa.
 

Outro internauta respondeu que "ativistas gays podem fazer o que quiserem em privado. Mas a sociedade chinesa não vai apoiá-lo".
 

Xiang diz que não se intimida com os comentários.
 

"Esta é uma briga de longo prazo. Continuaremos a tentar estimular o governo a proteger os direitos gays e registrar nossa organização", diz.
 

"Estou confiante que gays e lésbicas serão plenamente aceitos na China, mesmo que isso leve 20, 30 ou 50 anos."

Fonte: BBC

 
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