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VOZ DO LEITOR:Will Ferrera - A Melhor Música do Ano






Olá Adm do LGBT ton, eu sou Will Ferrera e estou trabalhando na divulgação do meu novo trabalho, criei um clip gay e gostaria de compartilhar com vc, deem uma olhada e se for do agrado compartilhem ae por favor?


Obrigado!!





Link do canal:https://www.youtube.com/channel/UCzirhmNGMr8yHJeHSQmmrCg


E você que tem interesse em  compartilhar algo conosco, entre em contato através do e-mail lgbton@gmail ou  pelo inbox de nossa fanpage no facebook (https://www.facebook.com/humorgls.lgbt) que com certeza publicamos aqui no VOZ DO LEITOR.


8 famosos que quebram estereótipos de gênero na hora de se vestir

Tem pessoas LGBT batendo de frente dos padrões e arrasando muito.

Enquanto o mundo fashion está buscando uma moda sem gênero, alguns famosos andam desafiando aquelas regrinhas de "roupa de homem" e "roupa de mulher" a muito tempo. Seja bancando um batonzão, adotando o cabelo curtinho com camisa social ou combinando uma saia com moletom, tem cantor e modelo batendo de frente dos padrões e arrasando muito.

Liniker
8 famosos que quebram estereótipos de gênero na hora de se vestir
Foto: Reprodução
Cantor Liniker chama atenção pela voz grave com um jeito delicado no palco.
O cantor brasileiro adotou elementos do vestuário dito feminino para suas performances. O batom forte, maquiagem nos olhos, maxibrincos e turbantes fazem parte de seu figurino, que esbanja sensualidade e resgata suas raízes étnicas.

Cara Delevingne
8 famosos que quebram estereótipos de gênero na hora de se vestir
Foto: Divulgação
A modelo Cara Delevingne é namorada da cantora Annie Clark.
Apesar de andar em cima de um saltão como ninguém, a modelo britânica gosta mesmo é de passear por aí de moletom e touca, como podemos ver em seu Instagram. Namorada da cantora Annie Clark (a St. Vincent), ela ficou famosa por causa das suas sobrancelhas e seu visual essencialmente andrógino.

Marcela Vale (Mahmundi)
8 famosos que quebram estereótipos de gênero na hora de se vestir
Foto: Divulgação
A cantora Mahmundi as vezes aposta em figurinos super coloridos.
A cantora carioca combina o black curtinho com peças que poderiam ter saído do guarda-roupa de qualquer boy, flertando com o visual andrógino. Ainda assim, às vezes aposta em figurinos super coloridos e femininos.

Ruby Rose
8 famosos que quebram estereótipos de gênero na hora de se vestir
Foto: Getty Images
A atriz Ruby Rose interpreta uma lésbica no seriado "Orange is the New Black" da Netflix.
A estrela de "Orange is the New Black" tem rostinho de boneca, mas prefere roupas agênero, como calças saruel e ternos oversize. Às vezes usa saltão e decote, porém seus calçados favoritos são os tênis esportivos.

Jaden Smith
8 famosos que quebram estereótipos de gênero na hora de se vestir
Foto: Reprodução
Jaden Smtih estreou-se no cinema em 2016 no filme “Em Busca da Felicidade”.
O filho de Will Smith chamou atenção por usar saia para ir à escola nos últimos meses. Desde então, a peça não sai do seu guarda-roupa e ele chegou a estrelar uma campanha da Chanel usando o modelo e foi estrela em campanha de coleção feminina da Louis Vuitton.

Ellen Degeneres
8 famosos que quebram estereótipos de gênero na hora de se vestir
Foto: Reprodução/Wallpaper
Ellen Degeneres é casada com Portia De Rossi e uma grande ativista dos direitos LGBT.
A apresentadora é conhecida, desde os anos 1990, por seu estilo "tomboy". As roupas dela já foram criticadas por serem muito masculinas, mas hoje em dia percebemos que ela sempre foi bastante corajosa por assumir seu estilo sem medo mesmo sob os holofotes.

Jaloo
8 famosos que quebram estereótipos de gênero na hora de se vestir
Foto: Reprodução
O cantor Jaloo lançou recentemente seu vídeo clipe 'Last Dance'.
O cantor brasileiro aposta em um visual andrógino com corte de cabelo visto como feminino e maquiagem. Ele também prefere roupas sem gênero, como camisetões, calças de corte reto e saia.

Rain Dove
8 famosos que quebram estereótipos de gênero na hora de se vestir
Foto: Reprodução
A modelo Rain Dove faz sucesso por causa da sua aparência andrógina.
A modelo sem gênero aposta tanto em looks femininos como nos masculinos, como é o caso do terno com decote avantajado e tênis dourados. Ela falou, em entrevista ao site "Mashable", que não veria problemas em desfilar de lingerie, apesar de raramente conseguir trabalhos do tipo por causa da sua aparência andrógina.

Fonte: http://www.gay1.ws/

Como é vista a homossexualidade no Japão



Como é vista a homossexualidade no Japão?
Até por volta do final do século XIX, a sociedade japonesa era extremamente tolerante em relação à homossexualidade. Existem várias evidências históricas no Japão em relação à esse tema, inclusive na literatura antiga como podemos ver em O Conto de Genji, escrito no início do século 11. Mas vamos conhecer alguns fatos históricos que mostram como a homossexualidade era vista antigamente.

Wakashudo
Durante o período feudal, por exemplo, o relacionamento entre homens da classe samurai (normalmente entre mestre e aprendiz) era visto como normal e até era incentivado pelos líderes dos clãs e o nome desta prática entre eles era conhecido como Shudō (abreviação de wakashūdo).

Nesta prática, era permitido que um guerreiro mais experiente (Nenjo) tivesse um aprendiz (Wakashū), onde ensinaria a ele o Bushido (código de honra), as técnicas e os treinamentos de artes marciais.

Em troca, caso o Nenjo assim quisesse, o Wakashū lhe prestaria favores sexuais. Muitas vezes, essa parceria entre o Nenjo e Wakashū eram formalizadas através de um “contrato de fraternidade” que duraria até o Wakashū completar todo o treinamento e atingir a experiência de um guerreiro.

"Tabu" (1999), o último filme de Oshima, explora a homossexualidade · "
“Tabu” (1999), o último filme de Oshima, explora a homossexualidade

Atividade sexual com mulheres era permitido a ambos durante esse meio tempo e uma vez que o Wakashū atingisse a maturidade, ambos ficavam livres para buscar outros amantes. Nem sempre o aprendiz estava de acordo com essas práticas, mas uma vez que selava a fraternidade com seu mestre, ficava sujeito à uma série de obrigações, dentre elas, satisfaze-lo sexualmente.

Nesta época acreditava-se que a mulher roubava a energia e desviava o foco do guerreiro. Por isso, eram aconselhados a não levar suas esposas em batalhas e também a não se envolverem sexualmente com prostitutas. Desta forma, os aprendizes funcionavam como uma válvula de escape.

Quem não tinha um aprendiz à disposição, recorria aos vários prostíbulos onde mulheres e jovens rapazes, geralmente atores que faziam parte do Wakashuu-Kabuki ofereciam tais serviços.

Teatro Kabuki
Ator de Kabuki Bando Tamasaburo V, famoso por seus papéis Onnagata
Ator de Kabuki Bando Tamasaburo V, famoso por seus papéis Onnagata
Outro exemplo é o Teatro Kabuki, um entretenimento tradicional do Japão com origem no século XVII. Neste espetáculo que envolvia encenações dramáticas, assim como performances de dança e música, era comum ver atores do sexo masculino representando papeis femininos.

Por volta do Período Edo, este tipo de entretenimento passou por uma degradação, passando a ser relacionado com o estilo de vida Ukiyo, ou seja, muitos atores entre homens e mulheres passaram a prestar serviços sexuais em diversas zonas de prostituição conhecidas em Edo (Tóquio).


 Por causa da incidência de atrizes envolvidas com a prostituição, as mulheres foram proibidas de participar do Kabuki. Nessa época, o Yaro Kabuki passou a ser difundido, grupo teatral formado apenas por homens que praticavam o crossdresser, conhecidos como Onnagata (travestis).
Era comum que jovens (adolescentes) fossem escolhidos para fazer papéis femininos devido à sua aparência menos masculina e voz não tão grave em comparação aos homens adultos. Porém, isso não impediu os atores de se desvencilharem da prostituição. Além disso, o público tornou-se cada vez mais desordeiro, fazendo com que houvesse alguns tumultos durante as apresentações.

Com isso, o governo xogunato proibiu primeiro as representações dos Onnagata (homens adultos) e posteriormente dos wakashū (adolescentes). Depois de um tempo, o Kabuki foi voltando aos poucos, mas acabou perdendo espaço para o Bunraku (teatro com bonecos japoneses).

Depois de altos e baixos, o kabuki voltou a ser considerado uma das artes mais populares entre os estilos tradicionais de drama japonês. Hoje em dia, algumas trupes já aceitam mulheres para representar papéis de onnagata, embora alguns grupos mais tradicionais ainda prefiram atores masculinos. Existem também trupes com apenas mulheres no elenco (onna-kabuki).

Era Meiji e atualidade
Parada Orgulho Gay em Tóquio
Parada Orgulho Gay em Tóquio

Na era Meiji (1868-1912), com a modernização do Japão e a influência ocidental em larga escala, a homossexualidade passou a ser vista com um pouco de preconceito pela sociedade japonesa em geral. Nos dias atuais ainda é assim, embora a aceitação seja maior em comparação a outros países.

Embora não existam estatísticas precisas, algumas pesquisas dizem que cerca de 5% dos japoneses fazem parte da comunidade LGBT. No entanto, o Japão tem lidado lentamente com essa realidade, apesar que este ano tenha acontecido algumas mudanças significativas em favor dessa minoria.

O mais significativo de todos ocorreu em 1 de abril de 2015, quando o distrito de Shibuya, em Tóquio passou a reconhecer legalmente a união entre pessoas do mesmo sexo. Foi um grande avanço para casais homossexuais em um país onde ser abertamente gay ainda é considerado um tabu.

Por outro lado, o Japão é considerado um país muito tolerante nessas questões quando comparado a outras partes do mundo, mas ainda não há proteção legal específica para os gays, o que tem feito a comunidade LGBT no Japão se unir para fazer com que seus direitos sejam reconhecidos.

Como é vista a homossexualidade no Japão
Ayaka Ichinose e Akane Sugimori, o primeiro casal homossexual a legalizar a união no Japão em abril deste ano

O primeiro casal homossexual a legalizar sua união no Japão foram as atrizes Ayaka Ichinose e Akane Sugimori, que se vestiram de noiva e realizaram uma cerimônia de casamento simbólica com a presença de 80 convidados, entre parentes e amigos, para celebrar a união.

Como a Constituição japonesa identifica o casamento como uma união baseada no consentimento mútuo das partes de “ambos os sexos”, o casamento delas não tem validade legal. Entretanto as atrizes disseram que tal ato pode encorajar outros casais homossexuais a fazer o mesmo.

Pode até ser que as uniões civis legais no país ainda sejam um sonho distante para muitos casais gays, mas esta iniciativa de Shibuya foi realmente um grande avanço na luta LGBT e pode fazer com que outras regiões do Japão repitam o feito. Com este certificado reconhecendo casais do mesmo sexo, os casais poderão alugar um apartamento ou visitar o parceiro no hospital por exemplo.

Discriminação x Aceitação
Assim como ocorre em muitos países, a comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) também sofre com o preconceito no Japão, porém diferente do Ocidente, cuja discriminação geralmente está relacionada com a religião. No Japão, a discriminação muitas vezes está relacionada a um conceito que pode ser resumido neste velho ditado nipônico: “Deru kugi wa utareru”.

Significado: “O prego que se destaca é martelado para baixo”. Ou seja, todo aquele que se destaca por ser diferente dos parâmetros impostos pela sociedade, pode estar sujeito à críticas, exclusão social ou discriminação. Algo que acontece não só no Japão como também em outras partes do mundo.

Ao mesmo tempo, podemos observar que no Japão também existe a cultura da aceitação e da tolerância com o que é diferente daquilo que supostamente é imposto pela sociedade. Pode parecer um pouco contraditório, mas geralmente é assim que a banda toca na Terra do Sol Nascente.

Pelo menos esse é o meu ponto de vista… E o seu? Qual é? Compartilhe conosco!  🙂

Ceará do Meu Orgulho – II Festival do Orgulho LGBT do Estado do Ceará

30/06/2016:
 Franzé Morais

• 3 de Julho – A partir das 16h

• Praça Verde – Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura

• Evento Gratuito

Um mar de cores e diversidade irá dominar a Praça Verde do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, no domingo, 3 de Julho, na segunda edição do Festival do Orgulho LGBT do Estado do Ceará “Ceará do Meu Orgulho”.

Pelo segundo ano consecutivo a Coordenadoria de políticas LGBT da Secretaria de Direitos Humanos do Estado do Ceará, em parceria com o Vereador Paulo Diógenes, com a Coordenadoria de Políticas LGBT da Secretaria Municipal de Direitos Humanos de Fortaleza e o fórum Fortaleza Acolhedora (Que reúne artistas, produtores e profissionais do mercado GLS de Fortaleza), realizam um festival para mostrar todas as cores da diversidade sexual de nosso estado no entorno do Dia Mundial do Orgulho LGBT.

Serão várias horas de apresentações, performances, shows, DJs com sets especiais, e muita festa para celebrar a luta e o movimento que nunca cessa em contrapor o amor ao ódio institucionalizado.


Por que bandeira do arco-íris se tornou símbolo do movimento LGBT?



20/06/2016:


Falando de Sexo: os problemas entre casais gays e héteros são parecidos



14/06/2016:

Foto: Felipe Carneiro / Agência RBS

* Olá, meninas! Sou um leitor assíduo de vocês. Adoro ler o que escrevem, mas, como sou gay, acho que, às vezes, vocês abordam pouco a temática dos relacionamentos homossexuais. Estava conversando com o meu namorado, e achamos que, como muitas pessoas acompanham esta coluna, vocês poderiam falar um pouco mais sobre a relação gay. Amamos vocês!

Acreditamos que muitas questões que abordamos, aqui na coluna, sobre relacionamento dizem respeito a todas as pessoas, independente da orientação sexual, mas é claro que existem questões peculiares. Sabemos que muitos casais gays sentem pressão para se manterem sexualmente criativos e entusiasmados, porque a exigência do estereótipo popular é que ¿todos os homens gays adoram e fazem muito sexo¿. 
No entanto, não é só entre casais homossexuais que a atividade sexual diminui após o período de lua de mel. Os casais homossexuais masculinos acham que, se o desejo diminuiu, é porque acabou. Isso não é verdade.Todos os tipos de casais, seja qual for a orientação sexual, têm muitos dos mesmos problemas e caminhos para serem felizes juntos. 
Mas pesquisas mostram que há, também, algumas qualidades de força (como o humor e a capacidade de se acalmarem durante brigas) que são vantagens nos casais do mesmo sexo.
Humor e otimismo
Gays ou lésbicas são mais otimistas na hora de resolver um conflito. Também são mais propensos a permanecer bem, sem guardar mágoas, após um desentendimento. Portanto, neste quesito, casais heterossexuais podem ter muito a aprender com relacionamentos de gays e lésbicas.



 
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