NEWS
http://www.treinavideo.com.br/images/CORTE_CABELO_728X90.jpg
Mostrando postagens com marcador Lésbicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lésbicas. Mostrar todas as postagens

Lésbica conta como é viver com a namorada no Irã, onde ser LGBT é ilegal

Para celebrar o Mês do Orgulho LGBT, projeto disponibiliza registros de diversos locais, incluindo EUA, Canadá e o Brasil.

Do GayTec 

Após o ataque que matou 49 pessoas em uma boate LGBT de Orlando, nos Estados Unidos, foram organizadas pelo mundo vigílias em solidariedade à lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT).

No entanto, em 77 países ainda existem leis que punem, até com pena de morte, qualquer "conduta homossexual".

Um deles é o Irã, onde alguém condenado por cometer um ato homossexual pode receber a pena capital. Lá, ser LGBT pode ser motivo de grande tensão nas relações familiares.

Lésbica conta como é viver com a namorada no Irã, onde ser LGBT é ilegal
Foto: ISTOCK
Sara* tem 23 anos e, há quatro, vive com sua namorada.
Sara* tem 23 anos e, há quatro, vive com sua namorada. Ela e sua mãe, com quem as duas moram, contaram à BBC as dificuldades que enfrentam em suas vidas. Confira:

O depoimento de Sara
"Tinha 11 ou 12 anos quando me apaixonei pela primeira vez por uma mulher. Contei para minha prima, que ficou horrorizada. Ela me chamou de hamjensbaaz: sapatão.

Na hora, não me dei conta que era um insulto, mas soube que, se contasse para mais alguém, fariam pouco de mim.

Uma vez disse à minha treinadora que sentia algo por ela, e ela me respondeu dizendo para ler o Alcorão.

Quando conheci minha companheira, Maryam*, há quatro anos, não estava certa de que era lésbica. Conversamos pela internet e, quando fomos a nosso primeiro encontro, conheci uma menina pequena e delicada. Fiquei fascinada com sua beleza e pensei: 'Ela realmente será minha namorada?'.

Minha mãe escuta nossas conversas íntimas por telefone. Às vezes, pela manhã, checa nosso quarto, olha para as almofadas e diz: 'Por que vocês duas dormem tão juntas?'. Sugere que a cama é muito pequena e que uma de nós deveria dormir em outro lugar. Também entra no quarto sem avisar e sempre verifica se a porta está aberta. Gostaria de pedir que parasse, e dizer que isso não compete a ela.

Minha mãe tem medo. Posso ser muito agressiva. Não machucaria ninguém, mas se estou sob muita pressão, estouro. Já aconteceu antes e saí de casa duas vezes. Não tinha para onde ir, por isso voltei alguns dias depois.

Uma vez, no meio da noite, a escutei chorando e pedindo a Deus que me curasse. É muito difícil.

Fui ingênua de pensar que, como meus primos trazem suas namoradas para as reuniões familiares, eu também poderia fazer isso. Minha família tornou-se cada vez mais hostil, e na festa de aniversário do meu primo, todos ignoraram Maryam. Foi incômodo, e tivemos de ir embora. Eles me amam, mas a odeiam. Não consigo suportar isso. É ridículo.

Uma vez, quando meus tios vieram nos visitar, tive que escondê-la no armário por horas. Quando minhas tias vieram sem avisar, Maryam pediu que a escondesse outra vez para que não tivesse de vê-las.

Às vezes, tenho pena da minha mãe. Tem quase 70 anos e é religiosa. Não posso discutir com ela e temo que não seja capaz de suportar tudo isso.

Também acredito em Deus e rezo todos os dias. Busco por algo no Alcorão que mostre que a homossexualidade pode ser compatível com o islã. Mas não encontro e não posso perguntar a um imã.

Uma vez, fui a uma terapeuta, e ela começou a me insultar. "Não entende que até as vacas sabem como ter um sexo normal?", ela perguntou. Disse que eu estava violando as leis da natureza.

Em dado momento, pensei que a única forma de enfrentar isso seria mudar de sexo. No Irã, ser transexual é considerado um transtorno médico tratável, mas é ilegal ser lésbica, gay ou bissexual.

Às vezes, as pessoas são incentivadas a fazer a cirurgia de mudança de sexo para que não "caiam em pecado" vivendo como homossexuais.

Os médicos não costumam ser honestos quando opinam se ser transexual realmente requer uma operação, por isso as pessoas ficam confusas com frequência.

Tive dez sessões com uma terapeuta, que me analisou e me colocou na lista de espera para a cirurgia, mas não acho que conseguiria me submeter a ela. Poderia me arrepender. Além disso, minha namorada odiaria. Poderia me deixar.

E não há como voltar a ser o que era se você muda de ideia. Conheço pessoas transexuais que, depois da operação, sofreram com depressão e problemas de saúde mental. Vi uma mulher em uma clínica que havia feito a operação para virar homem. Estava chorando e implorando que revertessem a operação. Dizia que não podia viver no corpo de um homem. Fiquei horrorizada.

De qualquer forma, tenho uma aparência bem masculina. Tenho cabelo curto e uso jeans folgados, relógio de homem e sapatos esportivos. Fico encantada com o poder que os homens têm e adoro me comportar como um homem no meu relacionamento. Às vezes, quando vejo casais heterossexuais, me sinto fraca por não poder proteger minha companheira como quero.

A polícia moral já deteve nós duas quando saímos juntas e fomos interrogadas. Uma vez, estávamos em um parque e tirei meu véu. Um homem se aproximou, me perguntou se eu era mulher e eu disse: "Sim". Ele me disse para acompanhá-lo, mas quando lhe mostrei o cartão que me deram no centro de terapia transexual, ele me deixou ir. Esse cartão significa que tenho permissão para sair em lugares públicos sem levar o hijab, porque te permitem viver como um homem antes da operação.

Hoje, é possível ver mulheres jovens como eu nas ruas, e é um pouco mais tranquilo do que costumava ser. Mas, há alguns anos, quando caminhava por Teerã, me sentia totalmente insegura.

Fico preocupada que me detenham, chequem meu telefone e encontrem fotos ou mensagens de texto para minha namorada, me levem para a prisão, confisquem meu passaporte e até me matem.

Gostaria de me casar com ela. Quem sabe um dia, quando sairmos do Irã, isso seja possível."

O depoimento da mãe de Sara
"Não sei se é um tipo de doença ou o que é. Sob o islã, é pecado. Ela não aceita que eu diga isso, mas não está certo.

Soube desde o início que seu relacionamento não era só amizade. Não havia problemas com suas outras amigas. Conhecia suas famílias e seus antecedentes. Mas essa mulher é uma completa estranha. Não sei como se conheceram.

Costumavam sair juntas, e minha filha voltava muito tarde para casa. Dizia que sua amiga era muito jovem e que não sabia como voltar para casa e, por isso, precisava levá-la até a estação de trem.

Pensei que era melhor se ficassem juntas em casa. É perigoso estar lá fora. É melhor ficar em casa do que ficar perambulando por parques e até mesmo hotéis. Foi assim que essa mulher passou a viver na minha casa.

Não interfiro. Essa mulher vive aqui comodamente. Não sai do quarto quando minha filha não está em casa. Ela come no quarto, inclusive. Sei o que está acontecendo, mas fico calada. Tento evitá-las. Sempre que possível, saio para não ter de vê-las.

Odeio essa mulher, mas, pelo bem da minha filha, a aguento em minha casa. Minha filha fica presa entre ela e eu. Se ela fosse uma amiga normal, não teria nenhuma objeção. Não quero que minha filha fique sozinha, e é bom que tenha uma amiga próxima.

Se fossem só amigas normais, eu mesmo pediria que ficassem juntas pelo resto da vida. Mas sei que essa mulher é grosseira e sem vergonha. É atirada e descarada. Está corrompendo minha filha. Aproveita-se da Sara e a faz gastar dinheiro. São como amantes e compram coisas para se presentearem.

Fui amável com essa mulher. Dei conselhos de mãe a ela e lhe pedi que encontrasse um marido, mas ela se incomodou e contou para minha filha.

Minha filha está muito sozinha, e acho que, se disser algo para essa mulher, partirei seu coração. Tenho muito medo de dizer qualquer coisa. Se provoco essa mulher para que ela se vá de minha casa, minha filha poderia se magoar, e eu lamentaria pelo resto de minha vida. Ela poderia incendiar a casa. Uma vez, ameaçou fazer isso. Fico preocupada que se machuque, então, fico calada. Odeio falar disso.

Se Sara tivesse um irmão ou se seu pai estivesse vivo, essa mulher não se atreveria a vir aqui e a se envolver com minha filha dessa forma. Perguntei a ela: "O que significa esse anel em seu dedo? Tire-o para que um jovem te faça uma proposta." Ela respondeu: "Não me casarei até que sua filha se case."

Preciso que alguém fale com minha filha, faça ela pensar no futuro. Porque ficará velha e não terá filhos. Essa mulher não ficará com a minha filha. Ela a deixará e se casará com um homem!

Minha filha é especial. É amável e inteligente, e sempre digo a ela que é perfeita, exceto por esta única coisa. É anormal.

Essa mulher é uma tortura para mim. Não sei o que fazer. Não gosto de deixá-las sozinhas em casa nem por uma noite e muito menos que vivam juntas.

Não consigo achar uma solução. Não sei como salvar a vida da minha filha."

(*Os nomes das entrevistadas foram alterados. Sara e sua mãe falaram à jornalista da BBC Leyla Khodabakhshi.)

Fonte: http://www.gay1.ws/

Game of Thrones: Emilia Clarke torce por romance lésbico para Daenerys


30/06/2016:


O canal pago americano HBO divulgou um novo vídeo de bastidores da série “Game of Thrones”, que foca na aliança firmada entre Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) e Yara Greyjoy (Gemma Whelan) no episódio “Battle of the Bastards”, exibido no domingo passado (19/6). Além de ressaltar a união de forças, a atriz Emilia Clark destacou a conexão sentida entre as personagens e se disse a favor de Daenerys se envolver romanticamente com outra “bad ass chick”.

“Está rolando um flerte discreto, o que é empolgante, no mínimo. Tipo, livrem-se do Daario e tragam as garotas! Por que não?”

A 6ª temporada vai se encerrar neste domingo (26/6), com o episódio “The Winds of Winter”, título que é o mesmo do aguardado e inédito sexto livro de George R.R. Martin sobre a saga. O capítulo será o mais longo de toda a história da produção, com 69 minutos de duração. E também será“emocionante, épico e avassalador”, prometeu Whelan, em entrevista ao site The Hollywood Reporter.


Miss é a primeira candidata abertamente lésbica dos EUA


29/06/2016:

Jorge Gauthier
 Erin disputa Miss Estados Unidos em 11 de setembro

A modelo Erin O’Flaherty, de 23 anos, é a primeira homossexual assumida a ser candidata a Miss Estados Unidos.

Eleita Miss Missouri, Estado do Centro-Oeste norte-americano, a bela teve a orientação sexual confirmada por Ann Jolly, uma das responsáveis pela organização de bolsas de estudo do Estado.

Erin afirmou que assumiu sua identidade aos 18 anos e acabou fazendo disso uma bandeira a ser levantada em suas competições de beleza. “Estou nas nuvens ao ser eleita Miss Missouri. Eu não pretendia ser a primeira miss nos EUA assumidamente lésbica, mas sou. E estou muito feliz com isso”, disse ela.

A mulher eleita como a mais bonita do Missouri ainda afirmou que apoia a prevenção de suicídios entre homossexuais em homenagem à sua melhor amiga da época do Ensino Médio, que decidiu acabar com a própria vida. Isso sem contar seu apoio em geral à comunidade LGBT.

“Ser gay, certamente, é uma grande parcela do que sou e estou ajudando a arrecadar fundos à comunidade LGBT. Mas também há muita especulação de que sou apenas isso”, completou ela.

Erin disputa o Miss Estados Unidos em 11 de setembro, em Atlantic City.
Antes de Erin, Patricia Yurena Rodríguez, foi a primeira miss assumidamente lésbica da história do concurso. Eleita Miss Espanha em 2008 e 2013, ela usou as redes sociais



 Fonte:

Daniela Mercury e Malu Verçosa adicionam 'gay' no perfil


14/06/2016:

O casal colocou a palavra na descrição das redes sociais e falaram que têm muito orgulho de quem são


Depois do ataque a uma boate gay em Orlando, nos Estados Unidos, Daniela Mercury e a mulher, Malu Verçosa, resolveram levantar a bandeira contra o preconceito e mostraram que tem muito orgulho de quem são.

Nas redes sociais, ambas resolveram colocar a palavra ‘gay’ na descrição.
“A partir de hoje, eu e Daniela vamos colocar em todos os nossos perfis a palavra GAY. Temos orgulho de ser quem somos. Temos orgulho de amar. Não temos vergonha, nem devemos ter medo de andar na rua. E você?”, escreveu Malu.

"Incluímos a palavra gay nos nossos perfis para demonstrar nosso orgulho de ser quem somos", disse Daniela.



Bruna Linzmeyer está namorando cineasta 24 anos mais velha




Bruna Linzmeyer e a namorada Kity Féo Foto: reprodução/instagram

Tamanho do texto A A A
No início de abril, Bruna Linzmeyer contou numa entrevista que estava namorando uma mulher. A declaração foi dada quando muitos acreditavam que a atriz e Michel Melamed já tinham reatado. O EXTRA, no entanto, descobriu que a atriz vive uma linda história de amor com a cineasta Kity Féo, um segredo bem guardado por amigos das duas durante um ano.
Bruna e Kity, como é conhecida Cristiane de Stefano Féo, se conheceram no início de 2015, quando trabalharam juntas em “O filme da minha vida”, dirigido por Selton Mello. Kity, de 47 anos, foi assistente de direção do longa. Bruna, de 23, ainda estava morando com o ex-marido, com quem manteve uma relação por quatro anos.



Bruna Linzmeyer se declara à namorada
Bruna Linzmeyer se declara à namorada Foto: reprodução/instagram

Foi nas frias e belas paisagens da Serra Gaúcha onde o filme foi feito que Bruna e Kity se aproximaram. “Elas se tornaram muito íntimas e logo já estavam juntas”, conta uma fonte do EXTRA. Mesmo discreta, Bruna não se furtou em levar Kity para viagens e até aos bastidores de “A regra do jogo”, que gravava no Rio.
Em seu perfil no Instagram, Bruna postou várias fotos das duas na companhia de amigos feitos na novela, como Bárbara Paz e Marco Pigossi. Kity, que mora em São Paulo, esteve até com Bruna e parte do elenco para assistir ao último capítulo.



Kity Féo e Bruna Linzmeyer se aproximaram em trabalho
Kity Féo e Bruna Linzmeyer se aproximaram em trabalho Foto: reprodução/instagram

Kity é conhecida nos sets como uma profissional durona e disciplinada, por vezes até pavio curto. Algo que foi traduzido quase como poesia por Bruna num post em seu perfil no Instagram: “Ela é um furacão fêmea, socorro. Eu nado em sua direção”. No dia 17 de janeiro deste ano, outro post da atriz. “Era frio e bebíamos vinho tinho...”, escreveu na legenda de uma foto em que aparece ao lado de Kitty, deitada num gramado. Era data do aniversário da amada.



Bruna Linzmeyer conheceu Kity quando fez “O filme da minha vida”
Bruna Linzmeyer conheceu Kity quando fez “O filme da minha vida” Foto: reprodução/instagram




Bruna Linzmeyer em São Paulo, fotografada pela namorada
Bruna Linzmeyer em São Paulo, fotografada pela namorada Foto: reprodução/facebook




Kity Féo é cineasta
Kity Féo é cineasta Foto: reprodução/instagram




Bruna Linzmeyer fez homenagem no aniversário de Kity
Bruna Linzmeyer fez homenagem no aniversário de Kity Foto: reprodução/instagram
Bruna Linzmeyer levou Kity aos bastidores de “A regra do jogo”
Bruna Linzmeyer levou Kity aos bastidores de “A regra do jogo” Foto: reprodução/instagram




Bruna Linzmeyer e Kity Féo nas filmagens no Sul
Bruna Linzmeyer e Kity Féo nas filmagens no Sul Foto: reprodução/instagram
Bruna Linzmeyer e Kity Féo namoram há um ano
Bruna Linzmeyer e Kity Féo namoram há um ano




Bruna Linzmeyer é 24 anos mais nova que Kity Féo
Bruna Linzmeyer é 24 anos mais nova que Kity Féo Foto: reprodução/instagram
Bruna Linzmeyer com Kity Féo em 22 de janeiro, na comemoração de aniversário da namorada
Bruna Linzmeyer com Kity Féo em 22 de janeiro, na comemoração de aniversário da namorada Foto: reprodução/instagram




Kity Féo e Bruna Linzmeyer em selfie
Kity Féo e Bruna Linzmeyer em selfie Foto: reprodução/instagram




Bruna Linzmeyer e Kity Féo com amigos artistas: segredo bem guardado
Bruna Linzmeyer e Kity Féo com amigos artistas: segredo bem guardado Foto: reprodução/instagram




O casal Michel Melamed e Bruna Linzmeyer
O casal Michel Melamed e Bruna Linzmeyer Foto: Photo Rio News / Raphael Mesquita



Fonte: http://extra.globo.com

Árbitro relata insultos homofóbicos em jogo de juvenis na Espanha


Jesús Tomillero foi para a delegacia de polícia para fazer um boletim de ocorrência e relatou na súmula tudo o que ocorreu.
Publicado em 09/05/16 às 16:55


Da Play1 
Time de Marta tem aval da Uefa para estampar bandeira LGBT na camisa
Foto: Divulgação
Uniforme do Rosengard FC, atual campeão da Liga Sueca de futebol feminino.
Atual campeão da Liga Sueca de futebol feminino, o Rosengard FC comunicou na última segunda que o uniforme da próxima temporada terá uma bandeira arco-íris – em favor do avanço nos direitos LGBT – no dorso, acima dos números. O time da brasileira Marta teve o aval da Uefa para dar sequência à ação de marketing.

A entidade que coordena o futebol europeu se mostrou reticente, no início, em aceitar a manifestação. No entanto, após um pedido por escrito endereçado à Federação, ambas as partes chegaram a um acordo.

“Escrevi a eles com um tom muito amável e argumentei bem. No final, responderam que não poderiam aprovar a medida de acordo com alguns estatutos do órgão, mas que por outro lado não viam motivos para proibi-la”, declarou o diretor do clube sueco, Klas Tjebbes.

Na última temporada, o Rayo Vallecano, clube da primeira divisão espanhola, inaugurou um terceiro uniforme em tom escuro e com uma faixa transversal também em referência aos direitos LGBT.


Fonte: http://www.gay1.ws/

Chamada de 'sapatão', mulher ganha direito à indenização no Acre

Chamada de 'sapatão', mulher ganha direito à indenização no Acre


Moradora teria dito que vítima não podia assumir cargo por ser 'sapatão'. Vítima era candidata em eleições para Conselho Tutelar de Manoel Urbano.

Publicado em 01/06/16 às 22:33





Foto: Reprodução
Segundo o TJ-AC, a apelante deve pagar a indenização por ter cometido o crime de ofensa à honra e imagem.
Uma mulher, moradora do município de Manoel Urbano, distante 215 quilômetros de Rio Branco, deve receber uma indenização de R$ 3 mil após ser vítima de comentários lesbofóbicos. A advogada da vítima, Edilene da Silva Ad’vincola, conta que a agressora ia de casa em casa denegrindo a imagem da vítima e usando termos como "sapatão". A vítima era candidata a uma vaga no Conselho Tutelar do município.

"Por ser um município pequeno, todo mundo acha que sabe da vida de todo mundo, essa senhora se aproveitou que ela [vítima] havia se candidatado para concorrer ao cargo de conselheira e disse que ela não servia para a função por causa da orientação sexual dela. Ela dizia mesmo que a vítima era 'sapatão' e que só 'pessoas com família', ou seja, um homem e uma mulher, na visão dela, deveriam ocupar o cargo", conta.

Segundo o Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) a ré teria dito que a vítima "não teria capacidade ou moral para exercer o cargo por causa de orientação sexual". A sentença foi publicada no Diário da Justiça.

A autora das ofensas, a professora Marta Melo, disse que já esteve em audiência com a vítima e negou que tenha tido algum tipo de comportamento preconceituoso em relação à orientação sexual da mulher.

"Respeito qualquer tipo de comportamento das pessoas, meu posicionamento foi em relação à maturidade dela e não sobre a orientação sexual. Falei sobre ela não ser casada, não ter filhos e, por isso, não ter experiência para lidar com adolescentes e crianças. Fiquei até surpresa disso ir parar na Justiça, pois nós nos dávamos bem", esclareceu.

A reportagem também entrou em contato com a vítima, que não quis se identificar. A mulher diz que sofreu por causa da repercussão do caso e que tenta levar a vida da maneira mais discreta possível, justamente para evitar comentários preconceituosos. Ela finalizou dizendo que não quer mais comentar o processo.

Já a advogada de defesa afirma que a professora Marta usava o espaço que possuía em um programa de rádio para "atacar" a imagem da vítima. Ela destaca ainda que havia um pedido uma indenização no valor de R$ 8,8 mil, mas o juiz estipulou apenas R$ 3 mil após analisar a condição financeira da ré.

"A campanha contra a candidatura dela foi tão grande que não foi eleita. Não podemos mais tolerar esse tipo de agressão psicológica. Principalmente quando as pessoas almejam ocupar um cargo e aparece alguém dizendo que elas não podem porque não possuem família. Que tipo de conceito familiar elas têm?", questiona.

Ré tem recurso negado
Após a sentença, a acusada entrou com uma apelação na Justiça, mas a 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis negou o pedido e manteve a condenação emitida pelo Juízo de 1º Grau inalterada. Segundo o TJ-AC, a apelante deve pagar a indenização por ter cometido o crime de ofensa à honra e imagem ao "proferir comentários discriminatórios sobre a orientação sexual da apelada".

Em sua defesa, a professora afirmou mais uma vez acreditar "que a reclamante não possuía condições suficientes para a atribuição do cargo de conselheira tutelar", porém, alegou que em nenhum momento "falou sobre a sexualidade da vítima com o intuito de denegrir a imagem dela”.

De acordo com o TJ-AC, o juiz de direito Alesson Braz, relator do recurso, rejeitou os argumentos da professora alegando que os depoimentos das testemunhas registrados nos autos do processo “foram uníssonos em destacar a conduta preconceituosa da parte reclamada para com a autora”.

Na decisão, o juiz destacou ainda "que o dano foi causado por manifestação notadamente discriminatória, atingindo indevidamente a orientação sexual da autora", o que causou "evidente constrangimento, com violação aos atributos da personalidade”.

Fonte:http://www.gay1.ws/

Para ver na Netflix: filmes e séries com casais LGBT que amamos


10/06/2016:



Nesta quinta, estreia o filme Casamento de Verdade, com Katherine Heigl (a Izzie, deGrey’s Anatomy) e Alexis Bledel (Rory, deGilmore Girls). A comédia romântica conta a história de Jenny, que choca sua família quando anuncia que ela está noiva. Apesar de os pais e irmãos estarem sempre fazendo piadas com a sua solteirice, eles não  aceitam muito bem quando ela revela que irá se casar com outra mulher.
No clima dessa estreia, lembramos de 6 dos nosso casais LGBT favoritos da ficção, em séries e filmes disponíveis na Netflix:
Callie e Arizona, de “Grey’s Anatomy”
7x20-White-Wedding-callie-and-arizona-23763170-1280-720
Callie e Arizona são um dos casais que mais passaram por complicações durante a série – acidentes de carro, de avião, traições… Apesar do relacionamento já ter acabado, elas ainda são uma das duplas mais queridas e sempre vamos lembrar dos bons momentos, como o casamento na sétima temporada.
Piper e Alex, de “Orange is the new black”
OITNBS3_14JULY14_WHILDEN_D0373.NEF
Podemos até negar, dizer que não gostamos de uma ou da outra, mas no final sempre torcemos muito para ver Piper e Alex juntas, seja aos tapas ou aos beijos.
Susan e Carol, de “Friends”
f8fc31a0-c1a8-0130-8a60-46dc39ac41b4
A ex-mulher de Ross casou-se novamente, desta vez com uma mulher.
Marissa e Alex, de “The O.C”
alex-marisa6
Alex e Marissa podem até não ser o casal mais importante ou carismático de The O.C. Para ser sincera, Alex nem é a personagem para quem a gente torce para Marissa ficar. Porém, não dá para esquecer que elas foram protagonistas de um beijo lésbico em uma série de TV para adolescentes, e isto marcou muita gente.
Carol e Therese, do filme “Carol”
Brody-Carol-1200x630-1448905862
Carol e Therese têm uma relação muito bonita de cumplicidade. Em uma situação complicada, elas enfrentam todas as adversidades para ficarem juntas, optando pela felicidade uma da outra mesmo quando tudo parece ir contra.
Jules e Nic, do filme “Minhas Mães e Meu Pai”
kids
Jules e Nic mostram que qualquer crise pode ser superada com amor e que duas mães podem, sim, criar filhos e tudo ficar bem.


http://revistadonna.clicrbs.com.br/lifestyle/6-casais-lgbt-da-ficcao-que-amamos/

 
Copyright © 2014 LGBTon. Designed by OddThemes